Diante de um paciente com suspeita de febre hemorrágica do dengue, no quinto dia de doença, apresentando sangramento intestinal, derrame pleural e plaquetopenia, você adotaria as seguintes condutas, EXCETO:
A. Aferir a pressão arterial em duas posições: de pé e sentado.
B. Drenar o derrame pleural.
C. Iniciar hidratação parenteral.
D. Avaliar a existência de co-morbidades, tais como hipertensão arterial, diabetes mellitus e doenças autoimunes.
A conduta que NÃO seria adequada diante desse quadro clínico é a alternativa D: Avaliar a existência de co-morbidades, tais como hipertensão arterial, diabetes mellitus e doenças autoimunes.
A avaliação de comorbidades é importante na avaliação geral do paciente, mas diante de uma suspeita de febre hemorrágica do dengue, a prioridade é o manejo clínico imediato, que inclui monitorização hemodinâmica, hidratação parenteral e, se necessário, drenagem de derrame pleural. A aferição da pressão arterial em duas posições (de pé e sentado) é importante para avaliar a presença de hipotensão postural, que pode ser um sinal de choque hemorrágico. O sangramento intestinal e a plaquetopenia são sinais de agravamento do quadro clínico e requerem cuidados intensivos.
É importante lembrar que a febre hemorrágica do dengue é uma doença potencialmente grave, que pode levar a complicações hemorrágicas e choque, exigindo tratamento imediato em um hospital. O manejo clínico deve ser realizado sob a orientação de um médico capacitado e seguir as diretrizes estabelecidas pelas autoridades sanitárias locais.
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