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Explicações reducionistas no discurso científico sobre o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade desde 1950 (Fabíola Stolf Brzozowski)

AUTORA Fabíola Stolf Brzozowski ORIENTADORA Professora Doutora Sandra Caponi PROGRAMA Tese de doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, da Universidade Federal de Santa Catarina, para a obtenção do título de Doutora em Saúde Coletiva. Linha de pesquisa: Epistemologia e saúde. LOCAL E DATA Florianópolis, SC – 2013 Dedicatória Para José e Marisa Agradecimentos Gostaria de agradecer, primeiramente, à minha orientadora, Sandra Caponi, pelo apoio, orientação e pela amizade ao longo desses anos. É uma honra e um privilégio trabalhar com você. Espero continuar essa parceria por muitos outros anos. Agradeço aos membros da banca, que se disponibilizaram a ler este trabalho e aceitaram contribuir com ele. Ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva e aos professores que fizeram parte dessa tese, especialmente àqueles que me ajudaram no período em que minha orientadora esteve fora do país. Às minhas amigas Rita, Ana, Giovana e Silvia, pelo carin...

Os dois transtornos do sono mais comuns são insônia e apneia do sono. Estima-se que a prevalência de insônia crônica varie entre 6% e 18% da população geral¹ e a pandemia fez esses índices dobrarem em algunspaíses. Por outro lado, síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS) ocorre em um terço dos brasileiros² e o ganho de peso é um fator de risco importante nesse processo, o que também aconteceu durante a pandemia.

A maioria dos pacientes que sofrem de insônia crônica manifesta alguma associação com condições médicas, uso de substâncias ou outros transtornos de sono.Transtornos mentais apresentam elevada prevalência de comorbidades com a insônia, sendo a depressão e a ansiedade os mais importantes.³

O tratamento conjunto das comorbidades é essencial para promover bom prognóstico e prevenir recaídas. Há evidências crescentes da coexistência de insônia e apneia obstrutiva do sono (AOS), dificultando o manejo e a evolução desses pacientes.³ Entre aqueles com insônia, 29% a 67% têm AOS.4 Entretanto, na prática clínica, são muito comuns o subdiagnóstico e o tratamento inadequado da insônia.

CASO CLÍNICO

Identificação

C. G. S., sexo feminino, 61 anos, casada, professora do Ensino Fundamental aposentada.

Queixas principais
Insônia e ansiedade.

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