Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de julho, 2017

Explicações reducionistas no discurso científico sobre o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade desde 1950 (Fabíola Stolf Brzozowski)

AUTORA Fabíola Stolf Brzozowski ORIENTADORA Professora Doutora Sandra Caponi PROGRAMA Tese de doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, da Universidade Federal de Santa Catarina, para a obtenção do título de Doutora em Saúde Coletiva. Linha de pesquisa: Epistemologia e saúde. LOCAL E DATA Florianópolis, SC – 2013 Dedicatória Para José e Marisa Agradecimentos Gostaria de agradecer, primeiramente, à minha orientadora, Sandra Caponi, pelo apoio, orientação e pela amizade ao longo desses anos. É uma honra e um privilégio trabalhar com você. Espero continuar essa parceria por muitos outros anos. Agradeço aos membros da banca, que se disponibilizaram a ler este trabalho e aceitaram contribuir com ele. Ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva e aos professores que fizeram parte dessa tese, especialmente àqueles que me ajudaram no período em que minha orientadora esteve fora do país. Às minhas amigas Rita, Ana, Giovana e Silvia, pelo carin...

Síndromes Coronarianas Agudas Insuficiência cardíaca Preditores de choque cardiogênico

Mulher de 70 anos, HAS, admitida com IAMCSSST com dor iniciada há 8 horas. Realizada angioplastia de artéria descendente anterior com implante de stent farmacológico sem intercorrências. Sem lesões residuais em outros vasos. Admitida na unidade cardiointensiva com PA: 112x73mmHg; FC: 123 bpm; Peso: 50Kg; Crepitações bibasais, RCR 3T (B4). Todas características abaixo são preditoras de choque cardiogênico nesta paciente, exceto:  A) Peso B) Frequência Cardíaca C) Pressão Arterial Sistólica de admissão D) Localização do infarto E) Presença de B4 Resposta: O Choque cardiogênico ocorre em 8% dos pacientes com IAM sendo a principal causa de morte nesses doentes. Apesar da mortalidade em queda com o avanço de novas terapias de reperfusão coronariana, a mortalidade permanece muito alta (quase 50% em estudos americanos). Apenas 1/3 dos doentes chegam em choque cardiogênico no hospital. Portanto, os outros 2/3 evoluem para o choque cardiogênico no ambiente hospitalar. Reconhecer os ...

Identificação de Eletrocardiograma na Parada Cardiorrespiratória

Paciente de 73 anos com tontura há seis meses, sendo inicialmente feita suspeita clínica de labirintite. Tratada com sintomático, sem melhora. Evoluiu com períodos sincopais, sendo feita suspeita de arritmia (recebendo amiodarona 200 mg 3x por semana). Hoje apresentou quadro de tontura ao levantar da cama, com escurecimento de vista e com queda da própria altura. No exame neurológico não apresentava sinais de localização, sendo pedida TC de crânio que não mostrou sangramentos ou isquemias agudas. Antecedentes: dislipidemia controlada. HAS em uso de bloqueador de enzima de conversão, AAS 200 mg ao dia, em uso de amiodarona 200 mg 3x por semana. Durante exame clinico na Semi-intensiva, o mesmo evolui com parada cardiorrespiratória com ritmo abaixo identificado: Qual o ritmo identificado? a) Bloqueio Átrio Ventricular de terceiro grau. b) Taquicardia Ventricular. c) Fibrilação Ventricular. d) Taquicardia Sinusal. e) Fibrilação Atrial. Alternativa C

Cuidados com a Sondagem Nasogástrica

A sondagem nasogástrica está contra-indicada em caso de politraumatismo na suspeita de: a) ulcera de estresse b) "sinal do guaxinim" positivo c) ruptura de uretra d) pneumotorax e) coma Gabarito: B A sondagem nasogástrica está contra-indicada na suspeita de fraturas de base de crânio pelo risco de penetração da sonda no encéfalo durante a introdução da mesma pela narina. Os sinais clínicos que indicam fraturas em base de crânio são otorragia, nasoliquorréia (perda de liquor pelo nariz), otoliquorréia (perda de liquor pelo ouvido), equimose periorbital (sinal do guaxinim), equimose retroauricular (sinal de Battle), fraturas graves na face e paralisia do VII par craniano. Nessa eventualidade, a passagem da sonda deve ser reservada aos indivíduos com diminuição do nível de consciência, por via orogástrica. Questão e comentário retirados do site: http://www.misodor.com/GABARITOPERGESCOLH.php?COPAC=1897

Características Citológicas do Carcinoma Papilífero da Tireóide

São características citológicas do carcinoma papilífero da tireoide, EXCETO: a) Presença de papilas. b) Inclusões citoplasmáticas. c) Índice mitótico elevado. d) Núcleos em “vidro fosco”. PUC - Minas - Concurso para Cirurgião de Cabeça e Pescoço De forma simplificada, podemos dizer que há 3 tipos de tumores de tireoide: Tumores Benignos, Tumores Malignos Diferenciados (melhor prognóstico) e os Tumores Malignos Indiferenciados (pior prognóstico). O tumor papilífero de tireoide é a neoplasia mais comum da glândula, correspondendo a 80% dos tumores malignos. Faz parte dos chamados Carcinomas Diferenciados de Tireoide. A estrutura em papilas está preservada no Carcinoma Papilífero (Alternativa A correta), porém essa característica não é usada para diagnosticar o carcinoma papilífero. Uma das características mais importantes, segundo o site de Patologia da Unicamp (clique aqui: http://anatpat.unicamp.br/lamendo14.html ), é a presença de Núcleos em "vidro fosco". O índ...