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Explicações reducionistas no discurso científico sobre o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade desde 1950 (Fabíola Stolf Brzozowski)

AUTORA Fabíola Stolf Brzozowski ORIENTADORA Professora Doutora Sandra Caponi PROGRAMA Tese de doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, da Universidade Federal de Santa Catarina, para a obtenção do título de Doutora em Saúde Coletiva. Linha de pesquisa: Epistemologia e saúde. LOCAL E DATA Florianópolis, SC – 2013 Dedicatória Para José e Marisa Agradecimentos Gostaria de agradecer, primeiramente, à minha orientadora, Sandra Caponi, pelo apoio, orientação e pela amizade ao longo desses anos. É uma honra e um privilégio trabalhar com você. Espero continuar essa parceria por muitos outros anos. Agradeço aos membros da banca, que se disponibilizaram a ler este trabalho e aceitaram contribuir com ele. Ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva e aos professores que fizeram parte dessa tese, especialmente àqueles que me ajudaram no período em que minha orientadora esteve fora do país. Às minhas amigas Rita, Ana, Giovana e Silvia, pelo carin...

Síndromes Coronarianas Agudas Insuficiência cardíaca Preditores de choque cardiogênico

Mulher de 70 anos, HAS, admitida com IAMCSSST com dor iniciada há 8 horas. Realizada angioplastia de artéria descendente anterior com implante de stent farmacológico sem intercorrências. Sem lesões residuais em outros vasos. Admitida na unidade cardiointensiva com PA: 112x73mmHg; FC: 123 bpm; Peso: 50Kg; Crepitações bibasais, RCR 3T (B4). Todas características abaixo são preditoras de choque cardiogênico nesta paciente, exceto:
 A) Peso
B) Frequência Cardíaca
C) Pressão Arterial Sistólica de admissão
D) Localização do infarto
E) Presença de B4

Resposta:
O Choque cardiogênico ocorre em 8% dos pacientes com IAM sendo a principal causa de morte nesses doentes. Apesar da mortalidade em queda com o avanço de novas terapias de reperfusão coronariana, a mortalidade permanece muito alta (quase 50% em estudos americanos). Apenas 1/3 dos doentes chegam em choque cardiogênico no hospital. Portanto, os outros 2/3 evoluem para o choque cardiogênico no ambiente hospitalar. Reconhecer os fatores de risco para essa evolução são importantes para intensificar a vigilância e tratamento (especialmente a revascularização precoce) nos doentes com maior risco. Os principais fatores de risco são: idade, pressão arterial sistólica, frequência cardíaca e a classificação Killip. Estudo publicado no JACC em 2000 buscou identificar os principais preditores de pior evolução nos doentes com choque cardiogênico usando a base de dados do estudo GUSTO. Esse estudo encontrou diversos preditores que permitiu a criação de escore de risco. As variáveis que se mostraram preditoras foram: idade, frequência cadíaca, pressão arterial sistólica e diastólica, peso, tratamento, localização do infarto, classificação Killip, IAM prévio, cirurgia de revascularização prévia, não ter realizado angioplastia previamente, sexo feminino e hipertensão.
Portanto, a opção que não se trata de um preditor de choque cardiogênico é a letra E.
Questão e Comentário: Dr Bruno Ferraz

Questão e comentário retirado do site:
Questões em Cardiologia
https://www.questoesemcardiologia.com/single-post/2016/07/31/Preditores-de-choque-cardiog%C3%AAnico

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