AUTORA Fabíola Stolf Brzozowski ORIENTADORA Professora Doutora Sandra Caponi PROGRAMA Tese de doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, da Universidade Federal de Santa Catarina, para a obtenção do título de Doutora em Saúde Coletiva. Linha de pesquisa: Epistemologia e saúde. LOCAL E DATA Florianópolis, SC – 2013 Dedicatória Para José e Marisa Agradecimentos Gostaria de agradecer, primeiramente, à minha orientadora, Sandra Caponi, pelo apoio, orientação e pela amizade ao longo desses anos. É uma honra e um privilégio trabalhar com você. Espero continuar essa parceria por muitos outros anos. Agradeço aos membros da banca, que se disponibilizaram a ler este trabalho e aceitaram contribuir com ele. Ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva e aos professores que fizeram parte dessa tese, especialmente àqueles que me ajudaram no período em que minha orientadora esteve fora do país. Às minhas amigas Rita, Ana, Giovana e Silvia, pelo carin...
Paciente de 48 anos, sexo feminino, é vítima de acidente automobilístico tendo sido submetido a várias
operações que a deixaram acamada por mais de 30 dias. Nesse período, desenvolve enorme escara sacral
infectada, grau IV. Diante desse quadro, o melhor tratamento é realizar:
a) retalho músculo-cutâneo de vizinhança.
b) enxertia de pele após granulação.
c) retalho cutâneo da vizinhança.
d) enxertia de pele total.
Fonte: https://www.resmedceara.ufc.br/2015/docs/progab/PRV_AD2015.pdf

a) retalho músculo-cutâneo de vizinhança.
b) enxertia de pele após granulação.
c) retalho cutâneo da vizinhança.
d) enxertia de pele total.
Fonte: https://www.resmedceara.ufc.br/2015/docs/progab/PRV_AD2015.pdf
- Estágio IV:
Perda total de tecido com exposição óssea, de músculo ou tendão. Pode haver presença de esfacelo ou escara em algumas partes do leito da ferida. Freqüentemente, inclui descolamento e túneis.
Descrição adicional:
A profundidade da úlcera por pressão em estágio IV varia conforme a localização anatômica. A asa do nariz, orelha, as regiões occipital e maleolar não possuem tecido subcutâneo e, portanto, as úlceras podem ser rasas neste estágio. As úlceras em estágio IV podem estender-se aos músculos e/ou estruturas de suporte (como fáscia, tendão ou cápsula articular), possibilitando a ocorrência de osteomielite. A exposição de osso/tendão é visível ou diretamente palpável.
http://www2.eerp.usp.br/site/grupos/feridascronicas/index.php?option=com_content&view=article&id=1&Itemid=4
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