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Explicações reducionistas no discurso científico sobre o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade desde 1950 (Fabíola Stolf Brzozowski)

AUTORA Fabíola Stolf Brzozowski ORIENTADORA Professora Doutora Sandra Caponi PROGRAMA Tese de doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, da Universidade Federal de Santa Catarina, para a obtenção do título de Doutora em Saúde Coletiva. Linha de pesquisa: Epistemologia e saúde. LOCAL E DATA Florianópolis, SC – 2013 Dedicatória Para José e Marisa Agradecimentos Gostaria de agradecer, primeiramente, à minha orientadora, Sandra Caponi, pelo apoio, orientação e pela amizade ao longo desses anos. É uma honra e um privilégio trabalhar com você. Espero continuar essa parceria por muitos outros anos. Agradeço aos membros da banca, que se disponibilizaram a ler este trabalho e aceitaram contribuir com ele. Ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva e aos professores que fizeram parte dessa tese, especialmente àqueles que me ajudaram no período em que minha orientadora esteve fora do país. Às minhas amigas Rita, Ana, Giovana e Silvia, pelo carin...
Paciente masculino, 35 anos, sofreu TCE grave, foi intubado de emergência e encontra-se em ventilação mecânica em hiperventilação, com estado hemodinâmico estável. Neste momento, a avaliação neurológica mostra PIC = 13 mmHg; SpO2 = 98%; SjO2 = 50%. A melhor conduta imediata para o caso é:
a) iniciar manitol 20%, eem bolus, na dose de 0,25 g a 1,0 g/Kg/dose.
b) Diminuir a frequencia respiratória.
c) Aumentar o volume minuto e diminuir a FiO2.
d) Iniciar expansão de volume com solução cristalóide.

[Prova de Título de Especialista em Medicina Intensiva, 2005]

Resposta B

No caso presente, a ECO2 (extração cerebral de O2) é de 48%, o que demostra vasoconstrição excessiva, refletindo quadro de hipoperfusão cerebral relativa (hipóxia oliguêmica cerebral). Neste caso, a modificação dos parâmetros ventilatórios inicialmente estabelecidos e orientados pelaPIC e SjO2 pode corrigir a vasoconstrição excessiva pela redução da frequência respiratória com consequente elevação da pCO2 e vasodilatação cerebral. O uso do manitol deve ser reservado para os casos que cursam com PIC elevada. O aumento do volume minuto e diminuição da FiO2 não melhoram a SjO2 e a ECO2. Quanto à expansão de volume com cristalóides no presente caso, não modifica a hemodinâmica estável, podendo causar sobrecarga volumétrica.

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