AUTORA Fabíola Stolf Brzozowski ORIENTADORA Professora Doutora Sandra Caponi PROGRAMA Tese de doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, da Universidade Federal de Santa Catarina, para a obtenção do título de Doutora em Saúde Coletiva. Linha de pesquisa: Epistemologia e saúde. LOCAL E DATA Florianópolis, SC – 2013 Dedicatória Para José e Marisa Agradecimentos Gostaria de agradecer, primeiramente, à minha orientadora, Sandra Caponi, pelo apoio, orientação e pela amizade ao longo desses anos. É uma honra e um privilégio trabalhar com você. Espero continuar essa parceria por muitos outros anos. Agradeço aos membros da banca, que se disponibilizaram a ler este trabalho e aceitaram contribuir com ele. Ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva e aos professores que fizeram parte dessa tese, especialmente àqueles que me ajudaram no período em que minha orientadora esteve fora do país. Às minhas amigas Rita, Ana, Giovana e Silvia, pelo carin...
No diagnótico de Hipotireoidismo, o exame
essencial é
a) T4 livre.
b) TSH.
c) Anti-TPO.
d) Ultrasom de tireoide.
e) TRAB.
Título de Especialista em Endocrinologia em Metabologia 2014
Alt. B
O exames essencial na pesquisa de hipotireoidismo é o TSH, pois podemos ter situações onde o T4 está normal com TSH aumentando. Além disso, o TSH é o melhor exame para acompanhar o prognóstico. O Anti-TPO está presente na doença de Hashimoto, mas sua alteração acompanhada de TSH normal é pouco relevante, sua principal função está em determinar a etiologia do hipotireoidismo. O TRAB está alterado principalmente na doença de Graves. O USG de Tireoide não deve ser solicitado no hipotireoidismo, pois além de não acrescentar nada, ainda pode causar confusão na presença de um incidentaloma.

a) T4 livre.
b) TSH.
c) Anti-TPO.
d) Ultrasom de tireoide.
e) TRAB.
Título de Especialista em Endocrinologia em Metabologia 2014
Alt. B
O exames essencial na pesquisa de hipotireoidismo é o TSH, pois podemos ter situações onde o T4 está normal com TSH aumentando. Além disso, o TSH é o melhor exame para acompanhar o prognóstico. O Anti-TPO está presente na doença de Hashimoto, mas sua alteração acompanhada de TSH normal é pouco relevante, sua principal função está em determinar a etiologia do hipotireoidismo. O TRAB está alterado principalmente na doença de Graves. O USG de Tireoide não deve ser solicitado no hipotireoidismo, pois além de não acrescentar nada, ainda pode causar confusão na presença de um incidentaloma.
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