Impacto das redes sociais nos transtornos alimentares em adolescentes: evidências atuais e principais aspectos clínicos.
Os transtornos alimentares (TAs), particularmente a anorexia nervosa e a bulimia nervosa, representam um desafio crescente para a saúde mental, especialmente entre adolescentes. Sua prevalência aumentou nas últimas décadas, com um impacto clínico significativo em termos de morbidade e mortalidade, comorbidade psiquiátrica e comprometimento funcional.
Tradicionalmente, os meios de comunicação de massa eram considerados os principais transmissores de ideais corporais irreais centrados na magreza. No entanto, o surgimento da Web 2.0 transformou profundamente esse ecossistema.
As redes sociais introduziram um modelo de comunicação bidirecional e interativo, no qual os usuários não apenas consomem conteúdo, mas também o geram e validam.
Essa mudança é especialmente relevante durante a adolescência, fase caracterizada pela formação da identidade, sensibilidade à avaliação social e necessidade de pertencimento a um grupo.
Nesse contexto, a exposição constante a imagens idealizadas pode amplificar a vulnerabilidade ao desenvolvimento de transtornos alimentares.
Resumo e adaptação editorial: María Dolores Asensio Moreno (Cibermedicina / Psiquiatria.com)
Fonte original: https://www.tecnologia-ciencia-educacion.com/index.php/TCE/article/view/743
Este conteúdo é um resumo adaptado. A autoria científica pertence aos autores originais. Este artigo é distribuído sob uma licença Creative Commons, conforme a fonte original.
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